13º Parte
Peguei na mão do João. Ele ainda estava desconfiado com a surpresa que eu lhe queria fazer.
J: Rita, onde me queres levar?
R: Calma. Estamos quase. Tens de aprender a ter paciência.
J: Fogo.
R: Calma. Estamos quase. Tens de aprender a ter paciência.
J: Fogo.
Estava-mos a chegar. Os olhos do João iluminavam-se cada vez mais.
J: Parece-me que conheço este sítio. Cheira a mar, este barulho das ondas, as gaivotas. Não acredito que me vieste trazer aqui. Já não
sei há quantos anos não vinha aqui.
O João, antes de ir viver para a casa onde está, vivia nesta praia. Numa casa não muito grande mas mesmo assim muito bonita.
R: Sabes, antes de ir ter contigo, perguntei à tua mãe um sítio que te iria animar. Disse-me um atalho e aqui estamos. Até me deu as chaves.
J: Vamos entrar? Já nem sei como é aquilo por dentro.
J: Vamos entrar? Já nem sei como é aquilo por dentro.
Entreguei-lhe as chaves. Mal entrou parecia uma criança a entrar num parque de diversões.
R: Estás feliz?
J: Estou um pouco melhor. Anda, quero-te mostrar o meu antigo quarto.
R: Ainda tem alguma coisa?
J: Tem, a minha mãe durante um ano ainda vinha aqui passar uns meses de férias mas depois achou melhor ficar com a casa para convidados.
R: Mas a casa é mesmo linda.
J: Estou um pouco melhor. Anda, quero-te mostrar o meu antigo quarto.
R: Ainda tem alguma coisa?
J: Tem, a minha mãe durante um ano ainda vinha aqui passar uns meses de férias mas depois achou melhor ficar com a casa para convidados.
R: Mas a casa é mesmo linda.
Enquanto entrava no quarto, o João tirava uns cobertores do armário.
J: É melhor ficar-mos aqui hoje. Está escuro e é perigoso andar por aqui à noite.
R: Sim por mim pode ser.
R: Sim por mim pode ser.
Fiz lhe um sorriso. Ele retribuiu. Depois de ter metido os cobertores em cima da cama e de se ter deitado, decidi fazer-lhe companhia.
J: Sabes que eu amo-te muito e que independentemente de tudo, serás sempre a melhor namorada do mundo não sabes?
R: Sei pois. E tu sabes o mesmo. És o meu namorado e melhor amigo. Confio plenamente em ti.
R: Sei pois. E tu sabes o mesmo. És o meu namorado e melhor amigo. Confio plenamente em ti.
Fizemos um pouco de silêncio. Estava com a cabeça deitada no ombro do João.
J: Confias mesmo em mim Rita?
R: Claro que confio João.
R: Claro que confio João.
Dou-lhe um beijo. Estávamos cada vez mais juntos um do outro. A nossa respiração tornara-se uma só.
(continua)



