16º Parte
Sentei-me no sofá de um lugar, enquanto o meu pai sentou-se ao lado da minha mãe.
P: Podes me explicar por onde andas-te Rita? Tu não tens noção, estávamos quase a ir à polícia!
R: Não era preciso exagerar! Estava com o João e aliás a mãe dele sabia onde estávamos.
M: Mas nós não. A mãe dele não nos atendia. Tu não nos atendias e não tínhamos o número do João.
R: Mas…
P: Mas nada Rita. Ficas de castigo. Isto foi de uma grande irresponsabilidade da tua parte. Ficas de castigo. Quero o teu telemóvel e não sais de casa.
R: Não era preciso exagerar! Estava com o João e aliás a mãe dele sabia onde estávamos.
M: Mas nós não. A mãe dele não nos atendia. Tu não nos atendias e não tínhamos o número do João.
R: Mas…
P: Mas nada Rita. Ficas de castigo. Isto foi de uma grande irresponsabilidade da tua parte. Ficas de castigo. Quero o teu telemóvel e não sais de casa.
Levantei-me e corri para o meu quarto. Uma vez na vida não ia fazer o que eles me pediram. Mandei uma mensagem ao João.
R: Vou ficar de castigo. Os meus pais estão-se a passar. Amo-te e depois eu ligo-te quando eles saírem amanhã.
J: Que se passou? Depois tens de me explicar tudo. Amo-te.
J: Que se passou? Depois tens de me explicar tudo. Amo-te.
Desliguei o telemóvel e tirei o cartão.
P: O telemóvel Rita? Estou à espera
Gritava ele das escadas cá em baixo. Desci as escadas e dei-lhe o telemóvel.
P: Se voltas a fazer uma coisa parecida podes ter a certeza que dessa vez não vou ser brando.
R: Faz o que quiseres. Até amanhã!
R: Faz o que quiseres. Até amanhã!
Subi as escadas, bati com a porta e pôs a musica aos berros.
P: Rita !
(continua)
